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Conteúdo acessível: 5 dicas valiosas para utilizá-lo na sua marca

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A constante evolução da nossa sociedade sempre traz à tona novas e importantes pautas, que demonstram cada vez mais a necessidade de se abraçar, de uma maneira mais igualitária e sem exclusão, as necessidades e os direitos de todos.

 

Neste contexto, uma estatística chama a atenção para uma questão que continua muito atual: no Brasil, existem 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, o que representa quase 25% da população, de acordo com o censo levantado pelo IBGE em 2019.

 

E, neste artigo, a gente te dá dicas e orientações para que você possa produzir, para a sua marca, conteúdos acessíveis e de fácil consumo para todos.

 

Por que investir em conteúdo inclusivo?

 

A resposta para essa pergunta parece óbvia, já que a razão principal tem a ver com questões éticas e responsabilidade social, certo? Mas não é só isso, e vamos te apresentar mais algumas razões.

 

A Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada em março de 2007, em Nova Iorque, definiu que “Pessoas com Deficiências são aquelas que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdades de condições com as demais pessoas”.

 

Como pudemos observar, as deficiências não somente se referem às condições visíveis como falta de mobilidade ou perda de membros, ou ainda surdez e cegueira, mas também às limitações que afetam diretamente a inserção do indivíduo na sociedade.

 

Dessa forma, pensar em soluções que abracem cada vez mais a inclusão e igualdade de direitos e oportunidades é imprescindível para que, no âmbito da publicidade e comunicação, a informação possa:

 

  • Chegar a mais receptores, ampliando as possibilidades de viralização;
  • Ampliar o engajamento com a sua marca no digital, como consequência de atingir mais pessoas;
  • Cumprir o seu papel na promoção de uma comunicação verdadeiramente social, pensada para todos;
  • Ser visto como uma marca referência em conteúdo inclusivo, adquirindo admiradores;
  • Melhorar a entrega orgânica dos seus conteúdos, tendo em vista que acessibilidade é um dos fatores avaliados pelos algoritmos do Google;

 

Saiba por onde começar a sua estratégia de conteúdo inclusivo

 

Assim como nos ambientes físicos existem estruturas adaptadas, como rampas de acesso, semáforos com avisos sonoros, pisos táteis, placas em brailes, entre outros recursos, é preciso também levar a acessibilidade ao meio digital.

 

A Lei Brasileira da Inclusão - LBI (Lei nº 13.146/2015) assegura a todos os cidadãos portadores de deficiência o direito de amplo acesso às informações disponíveis nos meios digitais, adaptadas conforme as diretrizes de acessibilidade adotadas internacionalmente.

 

Ainda segundo o § 2º da LBI,

“consideram-se formatos acessíveis os arquivos digitais que possam ser reconhecidos e acessados por softwares leitores de telas ou outras tecnologias assistivas que vierem a substituí-los, permitindo leitura com voz sintetizada, ampliação de caracteres, diferentes contrastes e impressão em Braille.”


Mas depois de todas estas informações, você continua se perguntando: “como posso aplicar na prática a acessibilidade e disponibilizar meu conteúdo a qualquer pessoa? ”.


Então, continue a leitura!



5 dicas valiosas para incluir conteúdos acessíveis na comunicação da sua marca


Abaixo, reunimos 5 dicas práticas que, certamente, farão toda a diferença para a presença digital da sua marca.


1- Insira o recurso de audiodescrição


Grandes marcas já contam com essa ferramenta em todos os conteúdos que produzem.


É muito comum vermos propagandas, principalmente no YouTube, em duas versões: a original e a com audiodescrição, que conta com a voz de um locutor narrando tudo o que está acontecendo nas cenas dos comerciais.


As próprias ferramentas já oferecem esse recurso, então, basta utilizá-lo hoje mesmo.


2- Aumente o tamanho da fonte e atente-se ao contraste de cor, usando cores que façam o texto se destacar com mais intensidade no layout


Algumas pessoas com baixa visão possuem dificuldade na distinção de cores e tonalidades, e esta modificação será muito útil durante a leitura.


Por isso, sempre pense a parte visual da sua comunicação como algo que precisa ser legível e visível para todas as pessoas, independentemente de suas condições.


3- Coloque legendas em todas as mídias, como fotos e vídeos


Descreva de maneira clara e detalhada qual é o formato, quais são os elementos nele representados, o contexto, os personagens e suas ações.


Também legende tudo o que é dito em vídeos do YouTube, stories, reels e outros formatos audiovisuais. Nas redes sociais como o Instagram, é possível ativar o recurso de texto alternativo, que oferece o recurso da descrição de mídia para deficientes visuais e auditivos.


#DICA


Para registrar que o seu conteúdo é acessível, a sugestão é complementar as legendas com hashtags populares para este contexto, como:



4- Atribua links a frases inteiras, e não somente a uma palavra


Desta forma, pessoas com deficiência física e comprometimento da mobilidade de membros superiores possuem mais facilidade ao clicar nestes destaques e ter acesso ao redirecionamento indicado.


5-Disponibilize intérpretes de libras em vídeos, webinars, reuniões on-line e em transmissões ao vivo


É cada vez mais comum observar, durante programas, lives e propagandas, a presença de uma pessoa que é posicionada no canto inferior da tela, e traduz simultaneamente o que está sendo dito para a linguagem de sinais.


Este recurso é fundamental para auxiliar a compreensão de surdos não oralizados, pois nem todos os indivíduos são alfabetizados na língua portuguesa, e utilizam da Língua Brasileira de Sinais como meio oficial de comunicação.


Dica bônus: invista cada vez mais em estratégias de SEO


Produzir textos que possuem informações claras, precisas e, principalmente, que possuem uma boa estratégia de otimização de busca, não só deixam o acesso à informação muito mais fácil e possível, como também aumentam as chances da sua marca ser bem rankeada no Google e em outros buscadores, trazendo mais acessos às suas páginas.


Ícone de acessibilidade: posso utilizar?


Após implementar todas essas dicas, lembre-se de deixar visível em sua página o ícone de acessibilidade.


Além de já ser obrigatório pela Lei Brasileira de Inclusão, isso pode incentivar a pessoa com deficiência a permanecer e interagir com a página da sua marca, e facilitar seu acesso aos recursos disponíveis.

 


Conte com a Lusis para desenvolver conteúdos inclusivos na estratégia de comunicação da sua marca.


Esse conteúdo foi útil para você? Então, se quiser conhecer outras possibilidades para levar o acesso à informação a mais pessoas, procure a expertise de uma agência focada em estratégias digitais que convertem em resultados. Entre em contato com a gente!

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Se algum dia você sentiu um incômodo e precisou procurar um profissional da área da saúde ou um local de referência para tratar o problema, a primeira coisa que fez foi pedir indicação a uma pessoa de confiança. Entretanto, com o poder das tecnologias, muitas indicações perderam espaço para as ferramentas digitais. Atualmente, antes de agendar uma consulta com um determinado especialista, muitas pessoas realizam uma pesquisa nas redes sociais para saber mais sobre o profissional ou até mesmo analisar a forma como ele trabalha e divulga seu serviço. Com o mundo cada vez mais conectado, o marketing digital é um grande aliado para conquistar novos pacientes e fidelizar os antigos. Contudo, um único deslize no meio digital pode abalar a credibilidade dos especialistas da área da saúde. Dessa forma, é importante tomar alguns cuidados. Continue a leitura e confira 5 dicas para não bater de frente com as diretrizes éticas. 1- Não poste fotos de pacientes para comprovar resultados Engana-se o especialista da área da saúde que pensa que divulgar o seu trabalho é apenas criar uma conta em uma rede social e começar as postagens sobre seu serviço. Para iniciar essa prática, é preciso estar atento às recomendações do seu conselho sobre a divulgação de material publicitário na internet. Pensando nisso, o Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou a Resolução nº 1.974/11 , que contém o Manual de Publicidade Médica . Nesse documento, o órgão afirma que está proibido o uso de fotos que comprovam o resultado de tratamentos, mesmo com a autorização do paciente. Mas não só fotos de “antes e depois” são proibidas: até mesmo tipos de expressões, tais como “o melhor” e “resultado garantido”, são proibidas pelo CFM. Já o Conselho Federal de Odontologia (CFO) editou a Resolução nº 196/2019 , que permite a divulgação de selfie e de imagens relativas ao diagnóstico e ao final do tratamento, desde que o paciente tenha autorizado através do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Mas, assim como na resolução do CFM, é proibido o uso de expressões sensacionalistas e de autopromoção. Por isso, é de extrema importância que o profissional fique atento às normas para que não seja punido por desrespeitar as resoluções de seu conselho de classe. 2- Invista em conteúdos relevantes e monitore Atualmente, é muito comum que pacientes pesquisem sintomas de uma doença na internet. Boa parte das pessoas já esteve com a ferramenta de pesquisa aberta para descrever o que estava sentindo, e o primeiro resultado que leu foi algo negativo. A dica para alcançar novos pacientes e se destacar no marketing digital é produzir conteúdos relevantes e estratégicos, tanto no blog quanto nas redes sociais. É importante estabelecer um calendário de datas e até mesmo responder, nas redes sociais, dúvidas frequentes que podem surgir nos consultórios. Em relação ao tema, confira os 5 passos para otimizar o conteúdo do seu blog . De acordo com João Pedrosa, gerente de marketing do Hospital Lifecenter, é preciso ter atenção às imagens e ao título. Para ele, essas são as principais estratégias para atrair um paciente e conseguir prender a pessoa em seu conteúdo. “Hoje em dia as pessoas estão muito mais atentas ao visual. Então você ter uma imagem que chama atenção com um bom título, sem sombra de dúvidas, é a principal estratégia. A imagem e o texto são fundamentais para conseguirmos captar a atenção do nosso leitor”, ressalta João Pedrosa. O conteúdo precisa ser informativo e trazer dados corretos. Além disso, é preciso salientar a todo momento a importância de procurar o seu médico e nunca se automedicar. Segundo a Dra. Mariana Rossette, médica ginecologista e obstetra e coordenadora de comunicação da Sociedade Brasileira de Endometriose (SBE), é importante esclarecer que o texto é apenas de caráter informativo e não substitui a consulta. “Precisamos tomar muito cuidado para não estimular o paciente a procurar o autotratamento, a automedicação pode acarretar riscos para a saúde. É preciso deixar claro que se trata de um conteúdo de caráter informativo”, diz. Outra forma de crescer no meio digital é estar atento ao monitoramento do site e das redes sociais e observar o que os usuários estão comentando sobre o seu perfil. É de extrema importância interagir com eles e respondê-los da melhor forma possível, colocando-se à disposição para sanar dúvidas e solucionar problemas. 3- Trabalhe apenas com informações validadas A tecnologia proporcionou a facilidade de pesquisar e se informar sobre temas de diversas áreas. Entretanto, por mais que a internet te dê caminhos para escrever textos publicitários sobre variados assuntos, não é possível afirmar que a informação encontrada em buscas na web seja 100% verídica. Portanto, é importante que o profissional que deseja realizar determinada postagem procure a validação de um especialista da área (se não for sobre sua área direta de atuação) para conferir a veracidade da informação. Para isso, é indicado ter domínio dos assuntos a serem publicados para certificar-se de sua correção e coerência. Como dissemos anteriormente, um deslize nas redes pode colocar em xeque a credibilidade do especialista. A Dra. Mariana Rossette pontua que uma dica fundamental para que o especialista não erre na hora de realizar a publicação é estar atento às atualizações sobre o assunto. Pesquisar em locais confiáveis é fundamental, como conselhos de classe e revistas científicas. “Recomendo sempre conferir a última atualização sobre o tema para não postar nada ultrapassado ou incorreto. Ter como diferencial uma informação de boa qualidade, fidedigna e respeitando todos os preceitos do Código de Ética Médica é muito importante. Além disso, não faça marketing a qualquer preço para ganhar seguidores e pacientes”, enfatiza. 4- Preze pela boa experiência do paciente Você já se perguntou por que, ao sair de uma consulta, nunca escutou um “volte sempre”, como ocorre na maioria dos estabelecimentos? Isso acontece porque o profissional da área da saúde não deseja soar agressivo com o paciente e seus acompanhantes, isto é, não deseja que uma pessoa fique doente e tenha que retornar. Para João Pedrosa, o marketing na área da saúde vai além de publicação e engajamento nas redes sociais; ele começa pela experiência do paciente e de seu acompanhante desde a busca pelo local. “É preciso trabalhar a jornada do cliente, desde quando ele procura o hospital até a saída. Depois que ele deixou o estabelecimento, qual a relação dele com a empresa, como está o dia a dia deste paciente? Isso também é importante, não é só a propaganda em si. Não existe propaganda melhor do que a indicação”, destaca. Ainda segundo Pedrosa, a segurança do paciente e de seu acompanhante está se tornando um diferencial na hora de tomar a decisão sobre qual profissional ou instituição a pessoa vai escolher. Por isso, é importante investir em protocolos sanitários. “A pandemia aflorou isso, as pessoas querem estar em um local onde se sentem seguras, um lugar que cumpra as regras de distanciamento, higienização. Vai ficar como uma tendência para o futuro, as pessoas vão escolher os produtos, as empresas que elas consomem também pela segurança que essa empresa oferece. Percebo que isso já tem feito parte da tomada de decisão. Segurança do consumidor, segurança do cliente”, diz. É por essa razão que instituições de saúde, como o Hospital Lifecenter, investem em auditorias constantes, tanto internas como externas, para aferir a qualidade percebida e a segurança proporcionada. 5. Não se esqueça do bom senso Por mais que existam resoluções publicadas por conselhos que proíbem a divulgação de determinadas imagens, é importante usar o bom senso na hora de escolher as fotografias que serão publicadas. Dessa forma, deve ser evitado o conteúdo visual que contém cortes, sangue e outros materiais sensíveis que são habituais para o profissional da saúde, mas chocantes para quem não é da área. Ao publicar esse tipo de imagem, ao invés de atrair um novo paciente ou até mesmo fidelizar um antigo, você pode acabar afastando o usuário e perder o engajamento nas redes. Leia este artigo que lista 4 motivos para começar a investir na sua presença digital. E se precisar de auxílio para começar nessa jornada digital de maneira coerente e segura, entre em contato conosco.
Por Lusis Comunicação e Marketing 23 de dezembro de 2020
O que você vai ver nesse artigo: Objetivos de uma assessoria de imprensa Assessoria de imprensa + marketing digital: entenda 4 resultados orgânicos de uma assessoria aliada ao marketing digital Torne seu produto/serviço uma notícia Melhore o posicionamento orgânico do site Esteja pronto para um gerenciamento de crise Mostre a sua marca para um maior número de pessoas
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